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Poema

COLAGEM

Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!
Criança! não verás nenhum país como este!
Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!
A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,
É um seio de mãe a transbordar carinhos.
Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!
Vê que grande extensão de matas, onde impera
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!

Boa terra! jamais negou a quem trabalha
O pão que mata a fome, o teto que agasalha…

Quem com o seu suor a fecunda e umedece,
Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!

Criança! não verás país nenhum como este:
Imita na grandeza a terra em que nasceste!

In: BILAC, Olavo. Poesias infantis. 18.ed. Rio de Janeiro: F. Alves, 195

#rapidinhas

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Micronarrativas no blog dAs Contistas. Todas as semanas, uma palavra para exercitar narrativas curtas. Visite o blog! Curta, comente, divulgue!

Di silenzi…

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Il mio silenzio ha molte facce.
La migliore è la vostra.
Tra l’indecisione, la croce,
La prima bugia e il volo.
Dopotutto, siamo noi
Per contenere la scena,
Infrangere la norma
O sconta la pena.
Nessuna pagina indecisa,
O felicità perpetua
In questo libro afflitto dal desiderio
Esigendo il mattino, la finestra aperta,
O la fatica
Nel mantenere la vicinanza.
Il mio silenzio ha molte facce.
Una va avanti
L’altra, massacrami.

De Silêncios…

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Meu silêncio tem muitas faces.
A melhor delas, a tua.
Entre a indecisão, a cruz,
A primeira mentira e a fuga.
Somos nós, afinal,
A conter a cena,
A romper a norma,
Ou cumprir a pena.
Nenhuma página indecisa,
Nem perpétua felicidade
Nesse livro aflito de saudade
A exigir a manhã, a janela aberta,
Ou a labuta
Em manter a proximidade.
Meu silêncio tem muitas faces.
Uma delas segue em frente,
Outra, me abate.

Fuligem – Ficção Policial

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11 dias para terminar a campanha no Catarse.

Essa ficção policial, de suspense e ação, vai movimentar não apenas as ruas de Porto Alegre, mas a sua própria quando embarcar nessa viagem.

“Uma investigadora determinada, um jornalista à procura de respostas e um policial buscando redenção se envolvem em um crime não solucionado.

Nas ruas de Porto Alegre, a colisão de suas vidas movimenta os pratos da balança entre o bem e o mal, entre a verdade e a mentira, jogando-os em um redemoinho mortal.”

Fuligem é uma história policial e está em pré-venda pela Editora Caligo, no Catarse. Clica AQUI.

Se você gosta desse gênero, faz uma visita ao projeto. Dá uma olhada nas recompensas!

E não esquece de assistir ao booktrailer do livro. Clica AQUI. Depois, diga-me se gostou ou não.

Miniconto

CAPA MINICONTO JORGE

#Jorge foi escrito na Oficina Colaborativa do Estranho Mundo de Eric, em 2016. Essa oficina aconteceu sob a orientação de Eric Novello.

#Jorge é um conto diferente, experimental. Para ler, clica AQUI.

Vai lá! Lê e depois me diz o que achou dessa minha ideia maluca. Até!

Fuligem, uma história policial para você!

CARDS TEXTO LIVRO 9

“Uma investigadora determinada, um jornalista à procura de respostas e um policial buscando redenção se envolvem em um crime não solucionado.

Nas ruas de Porto Alegre, a colisão de suas vidas movimenta os pratos da balança entre o bem e o mal, entre a verdade e a mentira, jogando-os em um redemoinho mortal.”

Fuligem é uma história policial e está em pré-venda pela Editora Caligo, no Catarse. Clica AQUI.

Se você gosta desse gênero, faz uma visita ao projeto. Dá uma olhada nas recompensas!

E não esquece de assistir ao booktrailer do livro. Clica AQUI. Depois, diga-me se gostou ou não.

Que tal apoiar essa campanha?

Se você gosta do gênero policial, esse livro está esperando por você no CATARSE.

Está saindo pela Editora Caligo. Vai lá! Dá uma olhadinha nas recompensas.

Entre o sim e o não, o perigoso caminho do ego

COLUNA ASAS - FEVEREIRO 2021 ENTRE O SIM E O NÃO, O PERIGOSO CAMINHO DO EGO

“(…)

É natural e aceitável um autor escrever de forma a apresentar o lugar onde vive, deixar à mostra as expressões idiomáticas, retratando traços culturais de um grupo humano ou lugar. Isso, no meu entendimento, valoriza e enriquece a escrita. Eu, como leitora, gosto de conhecer os traços peculiares das falas de lugares onde nunca estive. E é inadmissível que, em um país enorme territorialmente, se valorize apenas narrativas de determinado lugar, ou se exclua do texto expressões próprias do lugar do autor. Avaliações valorativas ou depreciativas tendem a acontecer na crítica literária – sem querer levantar a treta e já levantando.

(…)”

Na Coluna Asas #33, no blog da Editora Caligo, você lê meu artigo na íntegra. Vai, lá! Clica AQUI.

Fuligem – Romance Policial

MINIATURA 12x18 para Caligo

Meu romance policial está em pré-lançamento no CATARSE.

Está saindo pela Editora Caligo.

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Vai lá! Tem recompensas.

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As Necromantes

As Necromantes

Aideen nascera sob a lua da profecia. Ao tatear a última porção de sangue da taça, proferindo as palavras contidas no antigo livro de rituais e encantamentos, o calor percorreu os dedos e lhe tomou o braço. O corpo ardeu … Continuar lendo

Ser ou não ser autor independente: eis a questão!

COLUNA ASAS - JANEIRO 2021 SER OU NÃO SER AUTOR INDEPENDENTE

“Cá estou eu, lendo alguns artigos quando me deparo com a frase: Esperar editora é utópico. O sujeito, autor da frase, é nada menos que Ryoki Inoue, escritor japonês de mais de 1100 títulos, dono da empresa Ryoki Inoue Produções, que abriu mão das editoras e partiu para a publicação de seus próprios livros.


Quem, em sã consciência, sendo escritor/escritora, não quer ser contratado por uma editora? “Boa pergunta, Evelyn”, vocês dirão. Pois é. (…)”

Na Coluna Asas #28, no blog da Editora Caligo, você lê meu artigo na íntegra. Vai, lá! Clica AQUI.

Em um Brasil fantástico, pouca fantasia se escreve?

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Por que em um país recheado de mitos e lendas a literatura não dialoga com eles? Por que há um preconceito resistente para com o nosso folclore, para com os nossos seres fantásticos? Por que escritores buscam em terras nórdicas, americanas, europeias, asiáticas, os roteiros para sagas e longas narrativas de ação?

Na Coluna Asas #20, no blog da Editora Caligo, você lê meu artigo na íntegra. Vai, lá! Clica AQUI.

Exercício de Escrita

Exercício de Escrita

O estampido ecoou na ruela e ouviu-se um “corre que vai dar cana!”.E não deu outra. A turumbamba terminou com um ‘cada um por si’ feito rosa dos ventos. Sujeito que nunca trepou muro, galgou três metros sem esforço.No lugar, … Continuar lendo

Exercício de Escrita

Exercício de Escrita

Dinâmica do dia – “Os ombros suportam o mundo”, de Carlos Drummond de Andrade. Suportava quase tudo. Levantar antes do sol, carregar pedras, assentar tijolos, preparar a argamassa. Marmita preparada na noite anterior pela companheira. A arrogância do dia se … Continuar lendo