Exercício de Escrita

Cognac_glass

#Exercício6_1 – Narrador(a) Onisciente Neutro(a)

Chegava arrastando os pés, jogava o casaco sobre o sofá e tirava da cristaleira uma taça nifter. Olhava-a contra a luz da janela maior e, em seguida, servia-se da bebida. Sentava na poltrona reclinada, alongando as pernas sobre o puff e fechava os olhos.

#Exercício6_2 – Narrador(a) Onisciente Intruso(a)

Chegava arrastando correntes, jogava o casaco sobre o sofá e tirava da cristaleira a única taça de bojo largo e boca estreita. Olhava-a contra a luz da janela maior e, em seguida, servia-se da bebida. A poltrona reclinada o acolhia. Depois, alongando as pernas sobre o puff, fechava os olhos e mergulhava no silêncio.

#Exercício6_3 – Narrador(a) Onisciente Múltiplo(a)

Chegava devastada, jogava o casaco sobre o sofá e tirava da cristaleira a taça de bojo largo e boca estreita. Deixava-se seduzir pelo cristal contra a luz da janela maior. Servia-se da bebida com sede de final de dia. Não se imaginava senão lá, acolhida pela poltrona, descansando as pernas sobre o puff e mergulhando no próprio silêncio.

#Exercício6_4 – Narrador(a) do discurso indireto livre

A aridez do dia o carregava para dentro de casa. O que mais lhe traria alento senão um conhaque, sentado na poltrona reclinada? Mergulhava no silêncio, um gole após outro, quase engasgando em sua condição humana.

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