Poema

Alma prisioneira

De asas tolhidas de encanto

O mundo do outro lado das grades pulsa

E no balanço do esquecimento

A ilusão de liberdade crava a lâmina

No peito

Pássaro iludido

Pelas mãos daqueles

Arrebatados pela vaidade

Homens emplumados, de brilho tosco

A cantar sem ter voz

A desejar os céus sem merecer

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