Luto

95403372_1528260417341338_268049965505314816_n

Todas as coisas morrem no entardecer,
Longe da luz.
Em sonhos cinzas,
Amores amedrontados
E desejos de eternidade.
Todas as coisas morrem no final
Sem saber, da vida, se foi real o hoje,
Ou se foi tarde.
E a tarde declina em vespertinos crescentes,
Horizontes poentes,
Tanto quanto foi ontem,
Tão longe quanto será amanhã.
E tudo o que se quer é não deixar sobras,
Respiração parca.
Queremos um novo dia, todos os dias,
Para viver agora a incerteza de tudo.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s