Os Gigantes

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“A gentle creak and a soft ‘whoosh’ as the sails zip past is all you hear when standing close to a windmill.” ~ A.D.¹

Deitado à sombra dos monstros de madeira, revivia a juventude. Parava o tempo, segurando uma das engrenagens. Simples e fácil. A descoberta rendia grandes feitos, desde dar nós nos varais estendidos ao longo da estrada do fiorde até trocar os pares de sapatos na loja de Martim ou soltar as vacas do velho Olde no pasto para vê-lo correr desengonçado agitando a bengala. Brincadeiras inconsequentes de um garoto esperto e cheio de sardas. Voltava um, dois anos, uma década ou duas, uma vida ou duas. O segredo estava lá, nas pás, nas engrenagens perfeitas, e só ele sabia.

Suas mãos tocavam as estruturas e as fazia girar. Para frente ou para trás nos anos a carregar nas retinas. Voltava para um tempo onde a simplicidade resumia-se a tirar leite, correr ao redor da pequena propriedade e brincar por entre as roupas estendidas no varal de Margie. Pés e pás de vento.

Continue lendo esse conto AQUI.

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