Poema

Créditos da Imagem: Evelyn Postali

Veias

Toda a vez que em ti me deito
            e sempre que contigo amanheço,
            encontro a perdição em teu desejo
E minha armadilha em teu calar.


Tuas veias arrastam-me em silêncio
            e tuas mãos se entrelaçam em meu peito.
Tua língua serpenteia em minha mente.
Em tua boca fica preso o meu olhar.

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