Hoje não tem microconto…

BTS – “Permission to Dance” performed at the United Nations General Assembly | SDGs | Official Video

ALÉM DOS LIMITES OCIDENTAIS

Eu me lembro da primeira vez que ouvi Psy, com o hit Gangnam Style. Acredite: era 2012, o ano do fim do mundo, e foi difícil entender o que aquela música e dança me passavam. Meus alunos curtiam, ouviam, dançavam. E eu me admirava da velocidade da ascensão. Mal sabia eu que, em pleno 2022, muito depois de Gangnam Style, estaria ouvindo Bangtan Sonyeondan. Conhece? Não? Pois é… BTS!

O BTS (Bangtan Sonyeondan) foi fundado em 2013 pela Big Hit Entertainment e é formado por sete membros: Kim Nam-joon, Kim Seok-jin, Min Yoon-gi, Jung Ho-seok, Park Ji-min, Kim Tae-hyung e Jeon Jung-kook.

Incontestável essa ascensão do grupo no cenário ocidental, mas isso não decorre somente das estratégias adotadas pelo governo coreano (Explico: o governo coreano apoiou projetos de música e criou até ‘departamento de k-pop’ – isso é incrível, genteee!!! – no Ministério da Cultura – e o Ministério da Cultura de lá, funciona que é uma m-a-r-a-v-i-l-h-a! E sabem por que o governo criou esse departamento? Porque esse tipo de música rende mais de US$ 4,7 BILHÕES e impulsiona economia, turismo e, ATÉ, a diplomacia sul-coreana. Acredita? Pois é… Agora, volta lá no começo do parágrafo e pula o que está dentro desses parênteses pra não perder o fio), mas também por outras coisas que fazem a diferença: o engajamento constante de fãs, pela inovação no visual que eles propõem a cada novo trabalho, produção de conteúdo nos mais diversos formatos e nas mais diversas plataformas midiáticas, coreografias complexas e perfeitas…  Eu poderia citar outros tantos elementos, mas me atenho ao que está mais próximo a mim: ritmo, melodia, harmonia, letra. Isso é algo que realmente me faz gostar do que eu escuto. E o BTS me surpreendeu ao longo desses anos.

Eles começaram como tantos outros grupos, mas do efêmero se tornou o oposto total. As boy bands não duram muito, mas esses moços, aí, vieram para ficar. Eles são originais no que fazem e fazem muito bem. Talvez eu esteja errada, mas ao analisar a trajetória, é provável que eles sigam esse caminho por mais uma década e estejam a um passo de um novo patamar, não só dentro da música do país de origem, mas no cenário global.

De simpatizante, tornei-me fã, não exatamente como as ARMYs, mas uma fã discreta.

A saber: ARMY é um acrônimo para “Adorable Representative M.C for Youth” [“Adoráveis Representantes M.C (mestre de cerimônias) para a Juventude”]. O outro significado vem do inglês, que significa exército. Os fãs são o exército fiel dos “Escoteiros à Prova de Balas”, uma tradução livre para o nome do grupo em coreano, 방탄소년단 (Bangtan Sonyeondan), ou “Beyond the Scene”. Link AQUI

Mas por que, afinal, você está aqui, falando do BTS?, alguém pode perguntar.

Eu estou aqui falando de música, mas também de encantamento pelo novo, pelo diferente, pelo que une jovens e velhos por esse mundo a fora. Estou aqui falando de música que, quando traduzida, fala de sentimentos, de esperança, de angústias, alegrias, sonhos, amor, luta, verdades. Música! Música que aproxima. E é isso.

Se você quiser saber mais, vou deixar uns links logo abaixo.

Sobre a história do BTS, assista:

 https://www.youtube.com/watch?v=82AXPlMFL6w

https://www.youtube.com/watch?v=0KonKFssKnM

Acesse:

BANGTANTV

BTS official page

Instagram

Spotfy

E só porque eu gosto muito de cutucar de vez em quando, segue o link aí, para você verificar o INESTIMENTO EM CULTURA do Ministério da Cultura do atual governo brasileiro: AQUI

Coldplay X BTS – My Universe (Official Video)
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